Universidade Sénior
Fundação Castro Alves - Centro de Arte e Cultura
visita ao Museu de Cerâmica
17 de março de 2015
O dia 13 de Março para os alunos da USDD começou com uma visita ao Museu de Cerâmica da Fundação Castro Alves, onde estão reunidas e expostas centenas de exemplares de peças executadas na sua escola de cerâmica, que testemunham a evolução e criatividade da escola/oficina de cerâmica, desde a sua criação em 10 de Junho de 1979. Além das peças expostas, existem muitas outras que retratam o percurso da escola de cerâmica, que constituem a reserva do Museu.
As colecções da Fundação Castro Alves reconhecem-se pelo desenho geométrico, com tendência para a tonalidade azul, em padrões florais, com a peculiaridade da cor de barro ser de tonalidade bege. As peças são características pelas diferentes dimensões, perfeccionismo no detalhe e expressionismo que se espraiam por todas as colecções. Os alunos tiveram a oportunidade de comprar algumas destas peças na loja de venda ao público ficando assim com uma recordação.
Foi também nosso objectivo visitar a escola/oficina de cerâmica que ocupa cerca de trezentos metros quadrados no edifício da fundação e onde se pratica ao vivo a arte de modelar e pintar o barro. Actualmente são oito os artesãos e uma coordenadora técnica que dão vida à escola/oficina e nela produzem as peças expostas e comercializadas pela fundação.
Dos principais recursos e equipamentos disponíveis destacam-se as rodas de oleiro, as máquinas para preparação do barro, como o deluidor, a peneira, o filtro prensa e a fieira. Para os acabamentos finais dispõe de uma câmara para vidrar as peças.
A produção cerâmica é constituída pelos mais diversos objectos artísticos, feitos nas rodas e modeladas, designadamente vasos, jarros, travessas e pratos, serviços chã, café, presépios, figuras populares, pequenos conjuntos escultóricos e mil outros objectos com uma variedade que ultrapassa várias centenas de modelos.
Ficou a promessa de voltarmos lá para participar em iniciativas que a Fundação vai realizar no mês de Maio dedicado ao Dia Internacional dos Museus.
Foi também nosso objectivo visitar a escola/oficina de cerâmica que ocupa cerca de trezentos metros quadrados no edifício da fundação e onde se pratica ao vivo a arte de modelar e pintar o barro. Actualmente são oito os artesãos e uma coordenadora técnica que dão vida à escola/oficina e nela produzem as peças expostas e comercializadas pela fundação.
Dos principais recursos e equipamentos disponíveis destacam-se as rodas de oleiro, as máquinas para preparação do barro, como o deluidor, a peneira, o filtro prensa e a fieira. Para os acabamentos finais dispõe de uma câmara para vidrar as peças.
A produção cerâmica é constituída pelos mais diversos objectos artísticos, feitos nas rodas e modeladas, designadamente vasos, jarros, travessas e pratos, serviços chã, café, presépios, figuras populares, pequenos conjuntos escultóricos e mil outros objectos com uma variedade que ultrapassa várias centenas de modelos.
Ficou a promessa de voltarmos lá para participar em iniciativas que a Fundação vai realizar no mês de Maio dedicado ao Dia Internacional dos Museus.







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