Spirit&Dualidade - El Vuelo Violeta de La Mariposa
Exposição de Pintura e Escultura de Sylvie Brandão
30 de maio de 2012
Num mundo que mexe cada vez com os nossos sentidos, tudo é versátil e fácil de transformar. E mesmo que por vezes as trevas teimem em nos ofuscar haverá sempre uma luz presente.
Que nos permite enfrentar uma nova fase de renascimento e trilhar um novo caminho. Sem pressas.
Que nos permite enfrentar uma nova fase de renascimento e trilhar um novo caminho. Sem pressas.
Esta é a viagem de Sylvie Brandão. Uma viagem ao interior, em busca da paz e do equilíbrio. Um momento que objetiva alcançar um intenso aroma de liberdade, emprenhado de energia, de segurança, de contentamento. Uma viagem onde Sylvie Brandão descobre que entre ela e a Arte só existe espaço para a criatividade. “Porque uma parte de mim é Arte e a outra também”.
Nesta viagem, Sylvie Brandão concentra todos os sentimentos da vida. As vitórias e os desgostos, as alegrias e as frustrações, o sim e o não, o bom e o mau, a beleza e a desilusão. Num momento que é uno e indivisível e que não tem medo, nem vergonha dos seus sentimentos, das suas opções, porque é um sentimento transparente, assente na mais pura das verdades. E quando as dores desaparecem, o conflito deixa de existir e emerge o amor.
por Isabel Forte
Biografia
Sylvie Brandão nasceu em Paris (França), mas passou parte da sua infância na Venezuela; aliás, a pronúncia de determinados fonemas ainda a vão traindo. Posteriormente mudou-se para o Porto, onde estudou Artes Plásticas, na Escola de Artes de Decorativas Soares dos Reis (1989). No entanto, a sua técnica de produção evoluiu advindo-lhe de um experimentalismo constante.
É nas artes plásticas que encontra o seu refúgio, a exploração do seu íntimo e o objecto da sua arte nem sempre é perceptível pelos sentidos directos, exigindo algum intuito de descoberta e obriga mesmo a uma incursão pelo roteiro da alma.
Rejeita movimentos artísticos caracterizados por ideias comuns e, apesar de ainda se conceber como uma autodidacta em expansão para os apreciadores da arte, é sem dúvida um talento emergente para o meio artístico.
Nesta pequena montra de arte contemporânea usa como principais materiais: pastel, acrílico e fibra de vidro.
Sylvie Brandão realizou ainda as exposições individuais com o tema «A Neófita», em Novembro de 2010, no Ateneu Comercial do Porto e, em Janeiro de 2011, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão; a mostra «Reflexo(es)» (aplicação de cerâmica em espelhos e pintura em tela e azulejo), no Fórum Jovem da Maia (2003), no Bar Olaria, do Centro de Congressos de Aveiro (Março 2004), e no IPAM de Aveiro (Abril 2004).
por Marlene Moura
Nesta viagem, Sylvie Brandão concentra todos os sentimentos da vida. As vitórias e os desgostos, as alegrias e as frustrações, o sim e o não, o bom e o mau, a beleza e a desilusão. Num momento que é uno e indivisível e que não tem medo, nem vergonha dos seus sentimentos, das suas opções, porque é um sentimento transparente, assente na mais pura das verdades. E quando as dores desaparecem, o conflito deixa de existir e emerge o amor.
por Isabel Forte
Biografia
Sylvie Brandão nasceu em Paris (França), mas passou parte da sua infância na Venezuela; aliás, a pronúncia de determinados fonemas ainda a vão traindo. Posteriormente mudou-se para o Porto, onde estudou Artes Plásticas, na Escola de Artes de Decorativas Soares dos Reis (1989). No entanto, a sua técnica de produção evoluiu advindo-lhe de um experimentalismo constante.
É nas artes plásticas que encontra o seu refúgio, a exploração do seu íntimo e o objecto da sua arte nem sempre é perceptível pelos sentidos directos, exigindo algum intuito de descoberta e obriga mesmo a uma incursão pelo roteiro da alma.
Rejeita movimentos artísticos caracterizados por ideias comuns e, apesar de ainda se conceber como uma autodidacta em expansão para os apreciadores da arte, é sem dúvida um talento emergente para o meio artístico.
Nesta pequena montra de arte contemporânea usa como principais materiais: pastel, acrílico e fibra de vidro.
Sylvie Brandão realizou ainda as exposições individuais com o tema «A Neófita», em Novembro de 2010, no Ateneu Comercial do Porto e, em Janeiro de 2011, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão; a mostra «Reflexo(es)» (aplicação de cerâmica em espelhos e pintura em tela e azulejo), no Fórum Jovem da Maia (2003), no Bar Olaria, do Centro de Congressos de Aveiro (Março 2004), e no IPAM de Aveiro (Abril 2004).
por Marlene Moura
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