Lançamento do livro "Uma História Quase Verdadeira"
de José Alberto Salgado
4 de setembro de 2015
O Lançamento do livro "Uma História Quase Verdadeira" será realizado na Associação Teatro de Construção no dia 12 de setembro pelas 21:00h e contará com a presença dos músicos Carlos Ribeiro [guitarra clássica] e Pedro Cadeia [violoncelo] no momento da abertura da sessão, será apresentado pelo Dr. Agostinho Fernandes e pela jornalista Emília Monteiro.
Sinopse
Uma fuga de casa aos catorze anos foi o ponto de partida para uma aventura que levaria Afonso a correr o mundo e a passar por situações inimagináveis. Tudo começou durante a ditadura imposta por Salazar, numa Lisboa dos anos sessenta, que exalava um intenso cheiro a homossexualidade e pedofilia. Um terreno de caça onde a presa é constantemente acossada e esta: “Porque não desconfia, não repara no mundo sórdido que a rodeia. Ainda não identifica o odor pedofílico que emana daqueles recantos.” A fome, as noites frias em Campolide, a PIDE, a emigração clandestina, uma incursão pelos bastidores da pena de morte em França e muitos outros dramáticos acontecimentos que o autor quis partilhar, como o do Brilhantina que morre enforcado. Suicídio?... Talvez não.
Autor
José Alberto Salgado nasceu em Joane, a 20 de abril de 1947. Depois de terminar a 4ª classe, realizou um sem número de pequenos trabalhos e só depois de adulto teve tempo para concluir o secundário. Passou o exame nacional em Geometria Descritiva e ingressou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, porém, não chegou a concluir o curso. Uma vez reformado dedicou-se à pintura e chegou a fazer algumas exposições dos seus trabalhos. Outro sonho que queria realizar era publicar um livro onde pudesse partilhar as suas aventuras e experiências insólitas de uma vida. Uma História Quase Verdadeira é o seu primeiro trabalho.
Uma fuga de casa aos catorze anos foi o ponto de partida para uma aventura que levaria Afonso a correr o mundo e a passar por situações inimagináveis. Tudo começou durante a ditadura imposta por Salazar, numa Lisboa dos anos sessenta, que exalava um intenso cheiro a homossexualidade e pedofilia. Um terreno de caça onde a presa é constantemente acossada e esta: “Porque não desconfia, não repara no mundo sórdido que a rodeia. Ainda não identifica o odor pedofílico que emana daqueles recantos.” A fome, as noites frias em Campolide, a PIDE, a emigração clandestina, uma incursão pelos bastidores da pena de morte em França e muitos outros dramáticos acontecimentos que o autor quis partilhar, como o do Brilhantina que morre enforcado. Suicídio?... Talvez não.
Autor
José Alberto Salgado nasceu em Joane, a 20 de abril de 1947. Depois de terminar a 4ª classe, realizou um sem número de pequenos trabalhos e só depois de adulto teve tempo para concluir o secundário. Passou o exame nacional em Geometria Descritiva e ingressou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, porém, não chegou a concluir o curso. Uma vez reformado dedicou-se à pintura e chegou a fazer algumas exposições dos seus trabalhos. Outro sonho que queria realizar era publicar um livro onde pudesse partilhar as suas aventuras e experiências insólitas de uma vida. Uma História Quase Verdadeira é o seu primeiro trabalho.
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