Violência no namoro
o que fazer?
18 de fevereiro de 2015
Chamo-me Xana, tenho 17 anos e tive oportunidade de assistir na ultima sexta-feira, dia 13 de Fevereiro, a uma campanha de sensibilização onde se abordou o tema “Violência Domestica”.
O tema começou por ser abordado de uma forma directa e objectiva, começando a relembrar que a “Violência no Namoro” é um fator que se inclui na “Violência Domestica”, visto que a “Violência no Namoro” é muito comum e tem aumentado dia apos dia.
O tema começou por ser abordado de uma forma directa e objectiva, começando a relembrar que a “Violência no Namoro” é um fator que se inclui na “Violência Domestica”, visto que a “Violência no Namoro” é muito comum e tem aumentado dia apos dia.
Falou-se também na importância que um relacionamento tem, havendo direitos e deveres de parte a parte.
Abordou-se quais os aspectos importantes de orientação em caso de alguma ocorrência de agressão, onde devemos nos dirigir para prestar queixa e pedir auxilio, como ajudar o próximo e sobretudo como se deve evitar uma situação de violência.
É importante relembrar que a actividade foi um gesto de sensibilizar a todos os jovens que existem vários tipos de violência, apesar da física (violência psicológica, violência racional, etc.).
Contudo quem nos deu uma palestra foi uma das grandes fundações do país, no qual possuem 15 escritórios de apoio á “vitima” por todo o país, sobretudo nos Açores.
Relatou o que a “APAV” FAZ, como contribui para estes casos. Mostraram-nos através de que meios podíamos ter contactos com eles, deram-nos a indicação dos seus horários e argumentou as campanhas que fazem ao longo do ano e explicaram a importância de as propor ao público.
Abordou-se quais os aspectos importantes de orientação em caso de alguma ocorrência de agressão, onde devemos nos dirigir para prestar queixa e pedir auxilio, como ajudar o próximo e sobretudo como se deve evitar uma situação de violência.
É importante relembrar que a actividade foi um gesto de sensibilizar a todos os jovens que existem vários tipos de violência, apesar da física (violência psicológica, violência racional, etc.).
Contudo quem nos deu uma palestra foi uma das grandes fundações do país, no qual possuem 15 escritórios de apoio á “vitima” por todo o país, sobretudo nos Açores.
Relatou o que a “APAV” FAZ, como contribui para estes casos. Mostraram-nos através de que meios podíamos ter contactos com eles, deram-nos a indicação dos seus horários e argumentou as campanhas que fazem ao longo do ano e explicaram a importância de as propor ao público.
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