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Residência ATC

A Associação Acreditar visitou a ATC…

representada por uma família

9 de março de 2016
No passado dia 5 de março, a Associação Acreditar, representada por uma família, visitou a Casa de Giestais.

A Associação Acreditar é uma IPSS, fundada em 1994, por vontade de pais de crianças utentes do serviço de Oncologia Pediátrica do país. Dá apoio aos seus associados e amigos, sendo uma referência para todas as crianças, jovens e suas famílias.
Tem como principal objectivo promover uma qualidade de vida na área da oncologia pediátrica, não só na criança/jovem oncológico, mas também na sua família. O trabalho da Acreditar divide-se em quatro núcleos hospitalares de oncologia pediátrica: Norte - com sede no Porto; Centro – com sede em Coimbra; Sul – sede em Lisboa e ilha da Madeira – no Funchal.

Os Barnabés, um dos projectos da Acreditar, constituído por doentes e ex-doentes desenvolvem actividades dentro dos hospitais - apoiando diretamente aqueles que se encontram internados, ao mesmo tempo, proporcionado momentos de lazer - e actividades no exterior- com campos de férias, viagens à EuroDisney - sem nunca perder o sentido de intervenção social, ao consciencializar e desmistificar ideias ligados à doença, junto das escolas.

A Acreditar é uma associação que aposta na privacidade, na transparência e na solidariedade. Assim, estiveram presentes, na Casa de Giestais, da ATC, uma jovem - diagnosticada com cancro há uns anos - e seus pais, para dar a compreender um pouco mais outro lado da doença.

Esta iniciativa surgiu, pois, infelizmente as crianças e jovens da Casa de Giestais viveram de perto esta realidade, recentemente. A equipa técnica do centro de acolhimento pretendeu sensibilizar e informar as crianças e jovens, residentes na casa, sobre o Cancro e as implicações que tem na vida de uma pessoa que sofre desta doença, assim como nos que vivem e se relacionam com ela. Esta doença traz consigo alterações físicas, mas também todo um sentimento de insegurança, incertezas e impotência face ao desenvolvimento e bem-estar do doente. Toca com as emoções, o relacionamento para com a família, com os amigos e até mesmo com coisas simples do dia-a-dia. São necessários cuidados rigorosos e, por vezes, até um isolamento da criança/jovem, que não é fácil de gerir e aceitar. Mas, uma coisa é certa - e a família convidada assim o transmitiu - se houver um grande apoio, se houver um otimismo que tudo vai correr bem, já é um passo para que se consiga vencer esta batalha.

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